Comprar um carro elétrico pode trazer uma dúvida que parece simples, mas envolve várias respostas: qual é a diferença entre MHEV, HEV e PHEV?

  As siglas estão cada vez mais presentes no mercado automotivo, acompanhando a evolução dos veículos híbridos. Mas entender o que elas significam é importante para escolher um modelo que realmente faça sentido para a sua rotina.

  Além disso, há outra preocupação comum: será que vou ficar sem energia no meio de uma viagem? A chamada “ansiedade de autonomia” faz com que muitos motoristas ainda tenham receio de adotar uma motorização eletrificada. 

  A boa notícia é que existem diferentes níveis de hibridização e algumas soluções foram desenvolvidas exatamente para combinar eficiência no uso diário com tranquilidade em trajetos mais longos. Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

 

Afinal, o que significam MHEV, HEV e PHEV?

Apesar de todas fazerem parte do universo dos veículos híbridos, essas tecnologias funcionam de maneiras distintas.

 

MHEV: um auxílio inteligente ao motor a combustão

O MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle), ou híbrido leve, utiliza uma bateria de menor capacidade para auxiliar o motor a combustão.

  O sistema elétrico contribui em momentos específicos, como acelerações e retomadas, além de recuperar energia durante desacelerações e frenagens. O objetivo é reduzir o esforço do motor convencional e, consequentemente, tornar o uso do combustível mais eficiente.

  Mas há uma diferença importante: o MHEV não foi projetado para rodar de forma 100% elétrica. A eletricidade funciona como suporte, e não como fonte principal de propulsão. É uma porta de entrada para a eletrificação, principalmente para quem busca um ganho de desempenho sem alterar significativamente a experiência de condução de um veículo convencional.

 

HEV: eletrificação que trabalha sozinha

O HEV (Hybrid Electric Vehicle) é o híbrido convencional. Aqui, o sistema elétrico tem uma participação maior. O veículo pode alternar automaticamente entre o motor elétrico e o motor a combustão, ou utilizar os dois em conjunto, de acordo com as condições de condução.

  Outra característica é que o HEV não precisa ser conectado a uma tomada. A própria condução recupera parte da energia por meio das frenagens regenerativas e de outros mecanismos do sistema híbrido. 

  A configuração é interessante para quem circula bastante pela cidade, onde paradas, retomadas e velocidades mais baixas favorecem a atuação do conjunto elétrico. Por outro lado, como a bateria é menor do que a encontrada em um PHEV, a condução exclusivamente elétrica costuma acontecer por distâncias mais curtas.

 

PHEV: mais liberdade para usar a eletricidade

O PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle) leva a eletrificação um passo adiante. Como o próprio nome indica, é possível recarregar a bateria conectando o veículo a uma fonte externa de energia. 

  Com uma alta capacidade, o sistema permite percorrer distâncias mais longas utilizando o motor elétrico. Isso muda a experiência no dia a dia. Para deslocamentos urbanos, por exemplo, pode-se realizar boa parte da rotina utilizando eletricidade. 

  Quando a bateria precisa de mais energia ou o trajeto exige maior alcance, o motor a combustão entra em cena para ampliar a capacidade de deslocamento. Essa combinação torna o PHEV uma alternativa para quem não quer escolher entre eletrificação e liberdade para viajar.

 

MHEV, HEV ou PHEV: qual escolher?

A resposta depende da forma como você utiliza o carro. O MHEV faz sentido para quem busca uma eletrificação mais simples, com o sistema elétrico atuando como apoio ao motor convencional.

  O HEV é a opção ideal para quem deseja mais eficiência no uso urbano sem precisar conectar o veículo a uma tomada. Já o PHEV atende quem quer aproveitar uma experiência mais próxima de um carro elétrico no cotidiano, mas sem abrir mão da praticidade de um motor a combustão para viagens extensas.

  Portanto, é preciso considerar quanto você dirige, onde dirige e o que espera do seu veículo.

 

E quando o híbrido oferece os dois mundos?

Nesse cenário, entra a tecnologia DHT (Dedicated Hybrid Technology) da GWM.

  Desenvolvida para trabalhar de forma integrada com diferentes fontes de propulsão, a DHT possibilita aproveitar o motor elétrico em situações nas quais ele é mais eficiente e contar com o motor a combustão quando o percurso exige maior alcance.

  Nos modelos PHEV da linha Haval H6, a combinação ganha ainda mais relevância.

 

Na cidade: mais quilômetros usando eletricidade

Para a rotina urbana, a proposta é aproveitar ao máximo a condução elétrica. Nas versões equipadas com bateria de 34 kWh, a autonomia elétrica supera 100 km, permitindo realizar muitos deslocamentos cotidianos sem utilizar gasolina.

  Ir ao trabalho, levar os filhos à escola, resolver compromissos ou fazer compras se transforma em uma experiência mais silenciosa e eficiente, especialmente quando o veículo é carregado regularmente.

 

Na estrada: autonomia para seguir viagem

Quando chega a hora de pegar a estrada, um PHEV com DHT mostra uma de suas principais vantagens.

  Em viagens mais longas, o sistema pode combinar a atuação dos motores elétrico e a combustão para ampliar o alcance. Dessa forma, o motorista não precisa depender de pontos de recarga ao longo do caminho.

  A bateria oferece a possibilidade de aproveitar a condução elétrica, enquanto o motor a combustão funciona como uma camada adicional de autonomia para trajetos extensos.

 

Pronto para viver a evolução dos híbridos?

Agende um test drive na linha Haval H6 e sinta na prática a diferença de dirigir um híbrido que foi pensado para acompanhar tanto a rotina quanto as viagens.